Catarina Dias e Ana Vasques, da SP Televisão, vieram hoje, 30 de maio, à nossa biblioteca, conversar com alunos de três turmas de ensino básico e ensino secundário, sobre a escrita para televisão, revelando aos alunos como se desenvolve todo o processo de criação e argumento para as telenovelas e séries televisivas tão ao gosto do público português. Obrigada às duas em nome de todos quantos assistiram à vossa palestra com tanta atenção e entusiasmo!
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Teresa Lopes Vieira na BE da Cidadela
Teresa Lopes Vieira voltou à nossa Biblioteca Escolar, no dia 22 de maio, desta vez para cativar a atenção de mais duas turmas do ensino secundário que se renderam à sua simpatia a relatar o seu percurso de vida (apesar de ser ainda uma autora muito jovem!)e a falar sobre o seu gosto pela escrita e pela leitura.
O livro em destaque voltou a ser Gato Persa Social Club, como tal deixamos aqui a sua sinopse:
A vida de Francisco, um jovem emigrante português desesperado por dinheiro, é violentamente abalada quando este se envolve num casamento por conveniência, no submundo da imigração ilegal em Amesterdão. Mariam, uma egípcia pouco convencional que abandona o mundo islâmico em nome do sonho europeu, desaparece misteriosamente, deixando o caos instalado com a sua partida. É então que Francisco e a namorada, Eva, partem numa procura frenética entre Amesterdão e Cairo, em busca da única pessoa que poderá devolver-lhes a vida que tinham. Esta é a história de três personagens que vagueiam entre a demanda espiritual e a necessidade material, a busca de identidade cultural e a perda das origens, numa existência sem fronteiras em que tudo vale para atingir os próprios objetivos.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Formação INE
O Instituto Nacional de Estatística esteve presente na Biblioteca Escolar, hoje, dia 16 de maio, durante a tarde, numa sessão de formação para docentes das Escolas Secundárias de Cascais e da Cidadela. Tal como veiculado na página da referida instituição, "a informação é um produto fundamental na vida dos cidadãos, na atividade das empresas, no funcionamento dos Estados". Assim, a "informação estatística, em especial, é hoje uma forma de conhecimento necessária à assunção de uma cidadania plena, imprescindível na tomada das decisões que fazem surgir e progredir as empresas, essencial ao enquadramento das políticas com que se governam as nações". Enquanto retrato da sociedade, importa conhecer a informação estatística.
Parabéns! Prémio para alunos da Escola Sec. da Cidadela.
Escola Secundária da Cidadela ficou em 2.º lugar
Alunos do secundário distinguidos na Assembleia da República
Jovens propõem três alterações à lei da Procriação Medicamente Assistida
Estudantes das Escolas Secundárias de Oeiras, Cascais e Baixa da Banheira receberam hoje, na Assembleia da República, os prémios do concurso «Procriação Medicamente Assistida em Debate». O desafio lançado a jovens do 12.º ano pelo Conselho Nacional para a Procriação Medicamente Assistida (CNPMA) e pela Ciência Viva, teve como objectivos promover o conhecimento sobre a Procriação Medicamente Assistida (PMA) dos pontos de vista científico, tecnológico, ético, social e legal; e estimular o debate sobre a PMA.
“O nosso objectivo foi combater o preconceito porque na PMA há muitos preconceitos que impedem que se proporcione aos casais que não conseguem ter filhos a possibilidade de os terem”, sublinhou Eurico Reis, presidente do CNPMA.
Segundo o responsável, “será melhor o nosso futuro” se os jovens “estiverem armados com espírito científico, análise crítica e não se deixarem levar pelo preconceito”. Entre Outubro de 2011 e Março de 2012, os jovens exploraram o tema da PMA realizando pesquisas, debates, jogos, entrevistas, com o apoio de especialistas do CNPMA e do jornalista José Vítor Malheiros. Das catorze escolas que participaram no concurso, que contou também com a coordenação científica do investigador Alexandre Quintanilha, saíram três vencedoras. Em primeiro lugar, com um prémio de 500 euros, ficaram os alunos da Escola Secundária Sebastião e Silva, Oeiras, com o projecto ‘The Art of Life’ que resultou na produção de dois jogos de mesa, uma Peça-Debate e um Quiz interactivo.
Os alunos da Escola Secundária da Cidadela, Cascais, receberam o 2º Prémio no valor de 300 euros.
Para responder ao desafio do projecto os jovens realizaram trabalhos no formato ‘PlayDecide’ por considerarem que poderiam ser posteriormente acedidos por outros elementos da comunidade escolar, outros alunos e até familiares e amigos dos autores.
O ‘PlayDecide’ é um jogo de discussão com o objectivo de conversar de forma simples mas eficaz sobre assuntos controversos que os alunos puderam partilhar na plataforma europeia.
Fonte: Ciência Hoje
quarta-feira, 9 de maio de 2012
O fascínio do Egito
Howard Carter
Howard
Carter nasceu a 9 de março
de 1874 em Kensington, Londres. Não teve uma educação formal e através de seu
pai, Samuel Carter, um artista, foi-se entranhando na arte e aprendendo o seu
futuro ofício como desenhista e pintor. Com muito talento e nenhuma ambição em
se dedicar aos negócios da família, a pintura de retratos de famílias da
região, Howard seguiu o seu destino ao ver uma oportunidade de ir ao Egito e
trabalhar para a Egyptian Exploration Fund, responsável em fazer cópias dos desenhos
e inscrições e documentos para os estudiosos. Em outubro de 1891, com a idade
de 17 anos, Carter foi a Alexandria. O primeiro projeto que Carter
participou foi em Bani Hassan. Diz-se que esse trabalho o deixou tão
entusiasmado que chegava a ponto de trabalhar o dia inteiro e depois dormia com
os morcegos numa tumba.
Em 1899, com
25 anos, Carter recebeu o convite para o seu primeiro trabalho como Inspetor chefe Geral de
Monumentos do alto Egito. O convite foi feito pelo então diretor de antiguidades
egípcias, Gaston Maspero. A responsabilidade de Carter incluía supervisionar e
controlar a arqueologia ao longo da região mais importante do Egito, incluindo
Tebas. A grande mudança na vida de Carter foi causada por um incidente
entre os guardas egípcios e turistas franceses bêbados. Os arruaceiros
tornaram-se agressivos e começaram a danificar artefactos preciosos. Carter
tomou partido dos guardas e os franceses, sentindo-se ultrajados, já que os
europeus eram sempre vistos como soberanos em qualquer situação que envolvesse
o pobre povo egípcio, exigiram no dia seguinte dos altos escalões, incluindo o
próprio cônsul egípcio, Lord Cromer, que chamassem Carter e o obrigassem a se
desculpar pelo seu comportamento. Com a veemente recusa de Carter, Petrie
teve, a contragosto, que dispensá-lo, para que o incidente não tomasse a
dimensão de um incidente diplomático. De 1905 a 1907, Carter sobreviveu
como guia de excursões, vendeu as suas aguarelas aos turistas e negociou com
antiguidades. Em 1908, Carter, com indicação do seu amigo fiel, Maspero,
conseguiu trabalho. O arqueólogo tornou-se supervisor das escavações
patrocinadas por um milionário apaixonado pelo Egito, George Herbert, o 5.º
Lord Carnarvon. Lord Carnarvon era um desportista e colecionador de objetos
de arte. Frequentador de todos os campos de corrida e um exímio atirador. Era
senhor de enorme fortuna e dono do terceiro carro licenciado na Inglaterra.
Chegou ao Egito um ano antes, em 1906, para se recuperar de um acidente
automobilístico que o deixou com problemas respiratórios: foi sugerido pelos
médicos que buscasse uma região de clima seco e o Egito era muito frequentado
pelos ingleses nessa época. Um amigo emprestou a Lord Carnarvon uma concessão
para escavar a área. Carnarvon precisava de um especialista e foi apresentado a
Carter, que logo mostrou suas ideias a Lord Carnarvon.
O
arqueólogo tinha muitas aspirações
Uma delas era
encontrar a tumba de um rei do qual só se sabia por causa de umas poucas peças
encontradas com seu nome gravado: o então desconhecido Tutankamon!
Carter começou a pesquisar a possibilidade de que a tumba do Faraó Tutankamon
estivesse escondida no Vale dos Reis. O vale dos Reis nessa época era
uma verdadeira muralha de pedras e havia um pico rochoso em forma de pirâmide
chamado "Cabo Horn". Ao pé da parede de rocha, detritos, pedras e
terra se desprendiam e escorregavam para o vale. Nas encostas, cavidades e
tumbas escavadas, cujos entulhos aglomeravam-se no solo sagrado revirado.
Nenhum indício de onde começar a cavar, mas já experiente, Carter tinha um plano... Só em 1914, tiveram início as escavações, mas, por causa da Primeira Guerra Mundial, o trabalho de escavação foi interrompido e só retomado em 1917. As escavações continuaram sem êxito até 1922, quando, no dia 4 de novembro, foi encontrado um degrau esculpido em rocha viva ao pé da tumba de Ramsés VI. O momento mais esperado veio no dia 17 de fevereiro de 1923, quando se abriu a porta da câmara mortuária e surgiu um imenso sacrário dourado que tinha uma porta com dois batentes na outra extremidade. No total, havia quatro esquifes, um dentro do outro, todos cobertos com ouro em folha e o último contendo um esquife de quartzo. Dentro dele estavam três sarcófagos antropomórficos, representando Tutankamon, um dentro do outro, mostrando o bonito rosto do faraó; o mais interior era de ouro puro. Neste último estava o corpo.
Nenhum indício de onde começar a cavar, mas já experiente, Carter tinha um plano... Só em 1914, tiveram início as escavações, mas, por causa da Primeira Guerra Mundial, o trabalho de escavação foi interrompido e só retomado em 1917. As escavações continuaram sem êxito até 1922, quando, no dia 4 de novembro, foi encontrado um degrau esculpido em rocha viva ao pé da tumba de Ramsés VI. O momento mais esperado veio no dia 17 de fevereiro de 1923, quando se abriu a porta da câmara mortuária e surgiu um imenso sacrário dourado que tinha uma porta com dois batentes na outra extremidade. No total, havia quatro esquifes, um dentro do outro, todos cobertos com ouro em folha e o último contendo um esquife de quartzo. Dentro dele estavam três sarcófagos antropomórficos, representando Tutankamon, um dentro do outro, mostrando o bonito rosto do faraó; o mais interior era de ouro puro. Neste último estava o corpo.
Bibliografia:
Deuses Túmulos e Sábios, C.W. Ceram
quarta-feira, 2 de maio de 2012
No Amor Começa-se Sempre a Zero
Fazer um registo de propriedade é chato e difícil mas fazer uma declaração de amor ainda é pior. Ninguém sabe como. Não há minuta. Não há sequer um despachante ao qual o premente assunto se possa entregar. As declarações de amor têm de ser feitas pelo próprio. A experiência não serve de nada — por muitas declarações que já se tenham feito, cada uma é completamente diferente das anteriores. No amor, aliás, a experiência só demonstra uma coisa: que não tem nada que estar a demonstrar coisíssima nenhuma. É verdade — começa-se sempre do zero. Cada vez que uma pessoa se apaixona, regressa à suprema inocência, inépcia e barbárie da puberdade. Sobem-nos as bainhas das calças nas pernas e quando damos por nós estamos de calções. A experiência não serve de nada na luta contra o fogo do amor. Imaginem-se duas pessoas apanhadas no meio de um incêndio, sem poderem fugir, e veja-se o sentido que faria uma delas virar-se para a outra e dizer: «Ouve lá, tu que tens experiência de queimaduras do primeiro grau...»
Pode ter-se sessenta anos. Mas no dia em que o peito sacode com as aurículas a brincar aos carrinhos-de-choque com os ventrículos, Deus Nosso Senhor carrega no grande botão «CLEAR» que mandou pôr na consola consoladora dos nossos corações. Esquece-se tudo. Que garfo usar com o peixe. Que flores comprar. Que palavras dizer. Que gravata com que raio de casaco hei-de usar? Sabe-se nada. Nicles.
Olha-se para as mãos e parece uma cena de transformação dum filme de lobisomens — de onde outrora havia aqueles dedos tão ágeis e pianistas, brotam dez abortos de polegares. E o vinho entorna-se só de pensar nisso. E as solas dos sapatos passam a atrair magneticamente todos os excrementos caninos da cidade. E a voz que era toda FM Estéreo da Comercial quando vai para dizer «Gosto muito de ti» fica repentinamente Abelha Maia.
Tenha-se 17 ou 71 anos, regressa-se automaticamente aos 13 — à terrível idade do Clearasil e das sensações como que de absorção. Quem se apaixona dá mesmo saltos no ar e diz «Uau!» quando o Pai deixa usar a pasta de dentes dele. Qual «ternura dos quarenta», qual bota da tropa cheia de minhocas! O amor é sempre uma anormalidade que provoca graves atrasos mentais.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Os Meus Problemas'
Teresa Lopes Vieira é uma jovem escritora que nos veio presentear hoje, 2 de maio, na Biblioteca Escolar, com a apresentação do seu mais recente romance - Gato Persa Social Club. Com uma escrita fresca e atual, Teresa
Lopes Vieira leva-nos, nesta segunda obra, a cenários de grande mudança,
numa alucinante aventura entre Amesterdão e o Cairo.
A vida de Francisco, um jovem emigrante português desesperado por dinheiro, é
violentamente abalada quando este se envolve num casamento por conveniência, no
submundo da imigração ilegal em Amesterdão.
Mariam, uma egípcia pouco convencional que abandona o mundo islâmico em nome do
sonho europeu, desaparece misteriosamente, deixando o caos instalado com a sua
partida. É então que Francisco e a namorada, Eva, se lançam numa procura
frenética entre Amesterdão e Cairo, em busca da única pessoa que lhes poderá
devolver a vida que tinham.
Esta é a história de três personagens que vagueiam entre a demanda espiritual e
a necessidade material, a busca de identidade cultural e a perda das origens,
numa existência sem fronteiras em que tudo vale para atingir os próprios
objetivos.
«Deambulando pelo Cairo, é fácil perdermo-nos pelas ruelas empoeiradas, ao
mesmo tempo que esquecemos quem somos. Penetra-se num turbilhão de informação,
de coordenadas e regras aleatórias, que regem uma sociedade mergulhada no caos.
Pó, essa camada cinzenta e castanha vinda de nenhures, cobria os carros, as
ruas, os passeios e espalhava-se magicamente no ar como se fizesse parte dele
mesmo.»
Teresa Lopes Vieira nasceu em Lisboa em
1984. É formada em Direito, mas cedo descobriu na escrita e nas viagens as suas
verdadeiras paixões. Para tal, já exerceu as atividades mais diversas, desde
servir à mesa em Lyon a rececionista num hotel em Amesterdão. Foi precisamente
essa experiência em Amesterdão e o contacto com as comunidades imigrantes na
Holanda que inspiraram este romance, escrito depois de uma longa viagem pelo
Egito.
Publicou em 2010 Os Diários da Mulher Peter Pan, romance passado na
América do Sul (Equador, Colômbia e Venezuela).
Disponibilizamos o blogue da autora: http://teresalopesvieira.blogspot.com/
Da mesma autora na Bertrand:
Os Diários da Mulher Peter Pan
Sobre Os Diários da Mulher Peter Pan…
«Uma viagem alucinante ao mundo da imaginação e da América do Sul,
conduzida por Diana, uma mulher em plena crise da meia-idade.» Destak
«Esta é a primeira obra da jovem autora, que propõe uma viagem alucinante
pela América do Sul, descobrindo a beleza, mas também a violência de um
continente exótico.» Mundo Universitário
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Bom ano letivo 2011.2012

Visita dos alunos dos 7.º e 10.º anos ao espaço da Biblioteca Escolar, a partir de hoje, dia 27 de setembro, ao longo de duas semanas. Irão conhecer os diversos recursos da BE, a professora bibliotecária e a funcionária da mesma. O blogue e o Facebook da biblioteca estarão atentos à informação da visita das diversas turmas. Bom ano letivo!!!
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Boas férias!
quinta-feira, 16 de junho de 2011
eclipse lunar 15 junho

Um eclipse lunar é um fenómeno celeste que ocorre quando a Lua penetra, totalmente ou parcialmente, no cone de sombra projetado pela Terra, em geral, sendo visível a olho nu. Isto ocorre sempre que o Sol, a Terra e a Lua se encontram próximos ou em perfeito alinhamento, estando a Terra no meio destes outros dois corpos. É como se fosse um eclipse solar, porém a Terra encobre o sol nesse caso.
Por isso, o eclipse lunar só pode ocorrer quando coincidem a fase de Lua cheia e a passagem dela pelo seu nodo orbital. Este último evento também é responsável pelo tipo e duração do eclipse.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Devolução de livros da tua BE

Depois da leitura de inúmeras obras da tua Biblioteca Escolar, está na hora de procederes à devolução do(s) livro(s) requisitados, que tenhas em tua posse, a fim de procedermos à sua arrumação e manutenção, na pausa escolar do final do ano lectivo. Os livros que leste e/ou consultaste estarão disponíveis para serem utilizados por outros alunos nos próximos anos, proporcionando-lhes muitas horas de prazer e entretenimento.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
2.ª semana de Voluntariado Jovem de Cascais

No dia 6 de maio, sexta-feira, estiveram presentes, na Escola Secundária da Cidadela, doze idosos de um Lar do concelho, a fim de conhecer as valências deste estabelecimento de ensino e partilharem afectos e experiências com os jovens que os receberam. Na Biblioteca Escolar, conheceram este espaço e os seus recursos, tendo assistido à leitura de poemas e à interpretação de cantigas populares por parte de alguns alunos de 7.º ano. Visitaram ainda a horta biológica, o laboratório de Biologia/Ciências Naturais e outros locais de aprendizagem, tendo almoçado no refeitório da escola com os seus anfitriões - os alunos e docentes envolvidos neste projecto de voluntariado.
domingo, 24 de abril de 2011
25 de abril de 1974 - Revolução dos Cravos
A Revolução dos Cravos foi um período da história de Portugal, desencadeado por um golpe de Estado militar ocorrido a 25 de Abril de 1974 que depôs o regime ditatorial Estado Novo, vigente desde 1933 e iniciou um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático com a entrada em vigor de uma nova Constituição a 25 de Abril de 1976.Este golpe, normalmente conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido por um movimento militar, o Movimento das Forças Armadas (MFA), composto por oficiais intermédios da hierarquia militar, na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial e apoiados pelos oficiais milicianos, estudantes recrutados, muitos deles universitários. Este movimento nasceu por volta de 1973, baseado inicialmente em reivindicações corporativistas como a luta pelo prestígio das forças armadas, acabando por se estender ao regime político em vigor. Sem apoios militares, e com a adesão em massa da população, a resistência do regime ao golpe foi praticamente inexistente, registando-se apenas quatro mortos.
Após o golpe foi criada a Junta de Salvação Nacional, responsável pela nomeação do Presidente da República, pelo programa do Governo Provisório e respectiva orgânica. Assim, a 15 de Maio de 1974, o General António de Spínola foi nomeado Presidente da República que por sua vez atibuíu o cargo de primeiro-ministro a Adelino da Palma Carlos.
Seguiu-se um período de grande agitação social, política e militar conhecido como o PREC (Processo Revolucionário Em Curso), marcado por manifestações, ocupações, governos provisórios, nacionalizações, e confrontos militares, apenas terminado com uma tentativa de golpe de Estado fracassada a 25 de Novembro de 1975.
Com uma conjuntura mais estável, foi possível prosseguir com os trabalhos da Assembleia Constituinte e chegar a uma nova constituição democrática, que entrou em vigor no dia 25 de Abril de 1976, o mesmo dia das primeiras eleições legislativas da nova República.
Na sequência destes eventos foi instituído em Portugal um feriado nacional no dia 25 de Abril, denominado "Dia da Liberdade".
Fonte: Wikipédia
Feliz Páscoa!

A Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem através do grego Πάσχα) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da Cristandade. Na Páscoa, os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação (na Sexta-Feira Santa) que teria ocorrido nesta época do ano em 30 ou 33 da Era Comum. A Páscoa pode cair numa data, entre 22 de março e 25 de abril. O termo pode referir-se também ao período do ano canônico que dura cerca de dois meses, desde o domingo de Páscoa até ao Pentecostes.
A Páscoa cristã celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, o seu corpo foi colocado num sepulcro, onde ali permaneceu por três dias, até à sua ressurreição. É o dia santo mais importante da religião cristã. Muitos costumes ligados ao período pascal têm origem nos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica, que é uma das mais importantes festas do calendário judaico, celebrada por 8 dias e onde é comemorado o êxodo dos israelitas do Egito, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
Fonte: Wikipédia (texto segundo o novo acordo ortográfico)
sábado, 23 de abril de 2011
23 de abril - dia mundial do livro e dos direitos de autor

O Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril, dia de São Jorge.
Esta data foi escolhida para honrar a velha tradição catalã segundo a qual, neste dia, os cavaleiros oferecem às suas damas uma rosa vermelha de São Jorge e recebem em troca um livro. Mais recentemente, a troca de uma rosa por um livro tornou-se uma tradição em vários países do mundo. Em simultâneo, é prestada homenagem à obra de grandes escritores, como Shakespeare e Cervantes, falecidos exactamente a 23 de Abril.
Todos os anos, o Ministério da Cultura, através da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas, assinala este dia com a publicação de um cartaz que distribui por bibliotecas, livrarias e outros espaços culturais. Com ele, pretende-se chamar a atenção para a importância do livro e da leitura. O cartaz deste ano é da autoria do artista plástico e ilustrador João Vaz de Carvalho. Premiado nacional e internacionalmente, editado em vários países, a sua uma obra é hoje reconhecida como uma das vozes mais activas do sector.
Faça do livro um amigo sempre presente!
quinta-feira, 21 de abril de 2011
22 de abril - dia da Terra
O dia Mundial da Terra é comemorado no dia 22 de abril. A data surgiu nos Estados Unidos na década de 70 quando o senador Gaylord Nelson organizou o primeiro protesto nacional contra a poluição. Mas foi só a partir da década de 90 que a data se internacionalizou, ou seja, outros países também passaram a celebrar a data.
Aproveite esta época para passar a mensagem da importância de cuidar do nosso planeta, afinal esta é a nossa casa.
Curiosidades sobre a Terra:
Tem cerca de 4,5 biliões de anos
Tem 510,3 milhões de km2 de área total
Aproximadamente 97% da superfície da Terra é composta por água
O ponto mais alto da Terra é o Everest no Nepal - China com aproximadamente 8.800 metros
A população humana actual da Terra é de aproximadamente 6 billiões
sexta-feira, 15 de abril de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
Campeonato de Língua Portuguesa
domingo, 27 de março de 2011
O grande Houdini - o sonho mágico
Harry Houdini, nome artístico de Ehrich Weiss (Budapeste, 24 de Março de 1874 — Detroit, 31 de Outubro de 1926), foi um dos mais famosos escapistas e ilusionistas da História. A sua família emigrou para os Estados Unidos, quando Houdini tinha quatro anos, em 3 de julho de 1878, a bordo do navio SS Fresia. Teve uma infância muito pobre, o que o obrigou a trabalhar desde cedo. Foi perfurador de poços, fotógrafo, contorcionista, trapezista. Foi também ferreiro e nesse ofício ele aprendeu os truques que mais tarde o transformariam no maior mágico ilusionista do mundo. Certa vez, seu chefe encarregou-lhe de abrir um par de algemas cuja chave um policial perdera. Após inúmeras tentativas usando serras, Houdini teve a idéia de pinçar a fechadura para abri-la. Ele conseguiu e a maneira como o fez serviu de base para abrir todas as algemas que empregava nos seus truques. Desde então passou a apresentar-se como mágico, fazendo números nos quais se libertava não só de algemas, mas também de correntes e cadeados, dentro de caixas, dentro de tanques fechados; dentro e fora de água, de toda a maneira. Fez um sucesso enorme e ninguém até hoje conseguiu desvendar os seus truques por completo, mesmo depois de ter escrito boa parte dos segredos em livro. Houdini tinha habilidades impressionantes. Era capaz, por exemplo, de ficar vários minutos dentro de água sem respirar. E foi numa destas demonstrações de suas habilidades - a "incrível resistência torácica" - que ele morreu. Após apresentar o número para uma plateia de estudantes em Montreal, no Canadá, enquanto ele ainda exibia o "super" tórax, um dos estudantes, boxeador amador, invadiu os bastidores e sem dar tempo para que Houdini preparasse os músculos, golpeou-lhe o abdómen com dois socos. Os violentos golpes romperam-lhe o apêndice, e quase uma semana depois morreu, num hospital de Detroit. Era o fim de Harry Houdini, considerado até hoje o maior mágico que já existiu. Fonte: Wikipédia quinta-feira, 17 de março de 2011
21 de março . dia mundial da poesia

SER POETA É…
Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além-Dor!
É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim…
É condensar o mundo num só grito!
E é amar-te, assim, perdidamente…
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!
Florbela Espanca, Sonetos
terça-feira, 15 de março de 2011
Palestras com o Professor Fernando Pinto do Amaral

No âmbito da promoção da leitura e do gosto pela literatura, haverá duas palestras na Escola Secundária da Cidadela, no dia 16 de Março (4.ª feira), às 10.45 e 11.45, na sala de vídeo, dinamizadas pelo professor doutor Fernando Pinto do Amaral, comissário do Plano Nacional de Leitura. As sessões são dirigidas a alunos dos ensinos básico e secundário, respectivamente. As temáticas abordadas serão: "Hábitos de Leitura na Adolescência" e "O Gosto pela Literatura".
terça-feira, 8 de março de 2011
8 de março - Dia Internacional da Mulher

O Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de Março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por "Pão e Paz" - por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada do seu país na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917. Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.
No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no início do século, até a década de 1920.
Na antiga União Soviética, durante o stalinismo, o Dia Internacional da Mulher tornou-se elemento de propaganda partidária.
Nos países ocidentais, a data foi esquecida por longo tempo e somente recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960. Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial. Nessa data, os empregadores, sem certamente pretender evocar o espírito das operárias grevistas do 8 de março de 1917, costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas.
1975 foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e, em Dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres, mas também a discriminação e a violência a que muitas delas ainda são submetidas em todo o mundo.
No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no início do século, até a década de 1920.
Na antiga União Soviética, durante o stalinismo, o Dia Internacional da Mulher tornou-se elemento de propaganda partidária.
Nos países ocidentais, a data foi esquecida por longo tempo e somente recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960. Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial. Nessa data, os empregadores, sem certamente pretender evocar o espírito das operárias grevistas do 8 de março de 1917, costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas.
1975 foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e, em Dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres, mas também a discriminação e a violência a que muitas delas ainda são submetidas em todo o mundo.
Fonte: Wikipédia
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Livro na tua biblioteca escolar

O rapaz do pijama as riscas
BOYNE, John
Alfragide: Edições Asa,2007
Ao regressar da escola um dia, Bruno constata que as suas coisas estão a ser empacotadas. O seu pai tinha sido promovido no trabalho e toda a família tem de deixar a luxuosa casa onde vivia e mudar-se para outra cidade, onde Bruno não encontra ninguém com quem brincar nem nada para fazer. Pior do que isso, a nova casa é delimitada por uma vedação de arame que se estende a perder de vista e que o isola das pessoas que ele consegue ver, através da janela, do outro lado da vedação, as quais, curiosamente, usam todas um pijama às riscas. Como Bruno adora fazer explorações, certo dia, desobedecendo às ordens expressas do pai, resolve investigar até onde vai a vedação. É então que encontra um rapazinho mais ou menos da sua idade, vestido com o pijama às riscas que ele já tinha observado, e que em breve se torna o seu melhor amigo…
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Sugestão de leitura
O Senhor Valéry é um homem que leva a lógica até aos limites, na tentativa de explicar o mundo. As suas explicações são sempre acompanhadas de desenhos. Tem um animal doméstico nada usual e uma casa de férias muito estranha. Chega a explicações absurdas, apenas porque nunca prescinde da sua lógica. Há quem tenha dito que lembra Tati ou o Principezinho.«O Senhor Valéry era pequenino, mas dava muitos saltos. Ele explicava: Sou igual às pessoas altas só que por menos tempo.»
Prémio Branquinho da Fonseca Gulbenkian/Expresso
Gonçalo M. Tavares - um jovem escritor de sucesso
Gonçalo M. Tavares nasceu em 1970, em Luanda. Passou a sua infância em Aveiro.
Publicou a sua primeira obra em Dezembro de 2001. Editou romances, contos, ensaio, poesia e teatro.
Em Portugal, recebeu o Prémio José Saramago 2005 e o Prémio LER/Millennium BCP 2004 com o romance Jerusalém, o Prémio Branquinho da Fonseca, da Fundação Calouste Gulbenkian e do jornal Expresso, com o livro O Senhor Valéry, o Prémio Revelação de Poesia, da Associação Portuguesa de Escritores, com Investigações. Novalis e o Grande Prémio do Conto "Camilo Castelo Branco", da Associação Portuguesa de Escritores, com Água, Cão, Cavalo, Cabeça.
Jerusalém foi o romance mais escolhido pelos críticos do Público para “Livro da Década”.
Os seus livros deram origem, em Portugal e no estrangeiro, a peças de teatro, objectos de artes plásticas, vídeos de arte, ópera, projectos de arquitectura, etc., bem como a teses académicas (Portugal, Brasil e Itália).
Todas as suas obras estão a ser traduzidas. Está a ser editado em vinte e cinco países.
Prémios no estrangeiro: Prémio Portugal Telecom 2007 (Brasil), Prémio Internazionale Trieste 2008 (Itália), Prémio Belgrado Poesia 2009 (Sérvia) e nomeação para o Prix Cévennes 2009 – Prémio para o melhor romance europeu (França).
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
O cometa Halley e a República

O cometa Halley no ano da implantação da República (fotografado em 3 de Maio de 1910)
in Illustração Portugueza n.º221, de 16 de Maio de 1910
Ao longo da última semana, várias turmas, do 7.º ano, assistiram à apresentação de um powerpoint elaborado pelo Núcleo de Investigação de Astronomia da Cidadela (N.I.A.C.), em articulação com a Biblioteca Escolar e as comemorações do Centenário da República Portuguesa. Tem sido uma actividade muito apreciada pelos alunos, assim como pelos docentes que os acompanham.
Em 1910, muitas foram as notícias especulativas sobre o suposto efeito letal do gás da cauda do Cometa Halley causando uma onda de pânico, que culminou com a morte de várias pessoas que, não querendo morrer "(es)gaseadas", preferiam suicidar-se. A mística do Halley é escrita com muitas lendas, superstições, avanços científicos e tragédias. É uma espécie de popstar dos objectos cometários - bolas de gelo e poeiras formadas aquando do sistema solar.
Observado há muitos séculos e de grandes dimensões, o Halley insere-se na categoria dos cometas periódicos. As suas passagens foram, ao longo da História, conotadas como um presságio dos céus para cataclismos naturais e sociais na Terra. Em 1910, uma série de notícias a respeito do cianogénio, gás letal presente na cauda do cometa, criou um clima de pânico à escala global.
Curiosamente, o que está na origem de todo o alarido são descobertas científicas fidedignas. Pela primeira vez, os astrónomos identificaram os elementos químicos de um cometa, incluindo os componentes venenosos, e a informação saltou para a Imprensa. Houve tentativas de explicar que, mesmo ao aproximar-se mais da Terra - na noite de 18 para 19 de Maio -, o cometa não envenenaria ninguém, mas o estrago estava feito. O que aconteceu a partir daí foi uma bola de neve de superstições, especulação e exploração comercial e religiosa.
in Illustração Portugueza n.º221, de 16 de Maio de 1910
Ao longo da última semana, várias turmas, do 7.º ano, assistiram à apresentação de um powerpoint elaborado pelo Núcleo de Investigação de Astronomia da Cidadela (N.I.A.C.), em articulação com a Biblioteca Escolar e as comemorações do Centenário da República Portuguesa. Tem sido uma actividade muito apreciada pelos alunos, assim como pelos docentes que os acompanham.
Em 1910, muitas foram as notícias especulativas sobre o suposto efeito letal do gás da cauda do Cometa Halley causando uma onda de pânico, que culminou com a morte de várias pessoas que, não querendo morrer "(es)gaseadas", preferiam suicidar-se. A mística do Halley é escrita com muitas lendas, superstições, avanços científicos e tragédias. É uma espécie de popstar dos objectos cometários - bolas de gelo e poeiras formadas aquando do sistema solar.
Observado há muitos séculos e de grandes dimensões, o Halley insere-se na categoria dos cometas periódicos. As suas passagens foram, ao longo da História, conotadas como um presságio dos céus para cataclismos naturais e sociais na Terra. Em 1910, uma série de notícias a respeito do cianogénio, gás letal presente na cauda do cometa, criou um clima de pânico à escala global.
Curiosamente, o que está na origem de todo o alarido são descobertas científicas fidedignas. Pela primeira vez, os astrónomos identificaram os elementos químicos de um cometa, incluindo os componentes venenosos, e a informação saltou para a Imprensa. Houve tentativas de explicar que, mesmo ao aproximar-se mais da Terra - na noite de 18 para 19 de Maio -, o cometa não envenenaria ninguém, mas o estrago estava feito. O que aconteceu a partir daí foi uma bola de neve de superstições, especulação e exploração comercial e religiosa.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Aniversário de Thomas Edison

Thomas Edison (Milan, Ohio, 11 de Fevereiro de 1847 — West Orange, Nova Jérsei, 18 de Outubro de 1931) foi um inventor e empresário dos Estados Unidos que desenvolveu muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial. Ao longo da sua vida, Thomas Edison registou mais de 1000 patentes, sendo amplamente considerado o maior inventor de todos os tempos.
Não mudou apenas o mundo em que vivia, pois as suas invenções ajudaram a criar um muito diferente: este em que vivemos hoje. O fonógrafo foi só uma de suas invenções. Outra foi o cinematógrafo, a primeira câmara cinematográfica bem sucedida, com o equipamento para mostrar os filmes que fazia.
Edison também transformou o telefone, inventado por Alexander Graham Bell, num aparelho que funcionava muito melhor. Fez o mesmo com a máquina de escrever. Trabalhou em projectos variados, como alimentos empacotados a vácuo, um aparelho de raios X e um sistema de construções mais baratas feitas de cimento. Acima de tudo, foi ele quem ajudou a trazer a civilização da Era do Vapor para a Era da Electricidade.
Entre as suas contribuições mais universais para o desenvolvimento tecnológico e científico encontra-se a lâmpada eléctrica incandescente, o gramofone, o cinescópio, o ditafone e o microfone de grânulos de carvão para o telefone. Edison é um dos precursores da revolução tecnológica do século XX. Teve também um papel determinante na indústria do cinema.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Semana da Internet Segura


As novas tecnologias de informação e comunicação são hoje um lugar-comum na sociedade e também nas escolas. Só fazem sentido se os utilizadores as souberem usar em seu benefício, de forma segura, crítica e esclarecida.
No dia 8 de Fevereiro de 2011, e ao longo de toda a semana, comemora-se a Internet Segura. Para que este dia seja assinalado na comunidade escolar, convidamos todos os alunos a vistarem a Biblioteca e a participarem nas actividades disponibilizadas, relacionadas com a temática da Segurança na Internet.
Vamos envolver a escola! Esta é a oportunidade perfeita para introduzir, ou reforçar, o tema da Segurança na Internet entre os alunos, professores, funcionários escolares, encarregados de educação e pais, bem como consolidar os conceitos que, eventualmente, terão sido, ou virão a ser, abordados na sala de aula.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Aniversário de Júlio Verne

Júlio Verne escreveu obras de aventura e ficção científica que influenciaram gerações como "Cinco Semanas num Balão" (1863), "Viagem ao Centro da Terra" (1864), "Da Terra à Lua" (1865), "Vinte Mil Léguas Submarinas" (1869) e "A Volta ao Mundo em 80 Dias" (1872).
Foi um dos primeiros escritores a praticar uma literatura na linha da moderna ficção científica. Verne previu, entre outras inúmeras invenções, a televisão; o helicóptero; o cinema falado; a iluminação a néon; o ar condicionado; os arranha-céus; os mísseis teleguiados; os tanques de guerra; os veículos anfíbios; o avião; a caça submarina; o aproveitamento da luz e da água do mar para gerar energia; o uso de gases como armas químicas.
Jules Gabriel Verne Allotte começou a sua carreira literária após o seu pai, Pierre Verne, se ter desiludido com a sua trajetória de advogado. Tentou ingressar no teatro e escrever poemas e peças, e também tentou a sorte com a música, sem êxito. Em 1848 compôs, com Michel Carré, dois libretos para operetas, e, em 1850, uma comédia em verso, em parceria com Alexandre Dumas Filho. Só descobriu o seu verdadeiro género literário ao escrever algumas narrativas de viagens.
O seu primeiro grande sucesso, "Cinco Semanas num Balão", foi recusado por quinze editoras, que não viam no livro mais que uma tentativa frustrada de predizer o futuro. Até que, apresentado por Alexandre Dumas Filho, Verne conheceu Pierre Jules Hetzel, o editor mais influente de Paris, que lhe propôs escrever dois livros por ano. O sucesso foi gigantesco. Júlio Verne foi um dos mais imaginativos e populares escritores de todos os tempos.
Foi influenciado por Jonathan Swift, com o seu livro Viagens de Gulliver, por Daniel Defoe e o seu Robinson Crusoe, e ainda por Edgar Allan Poe e sua obra macabra. Júlio Verne sabia captar o que agradava aos leitores de todas as idades, conseguindo mantê-los atentos e curiosos. A sua actualidade ainda se mantém, assim como a sua popularidade. Os seus livros figuram entre as obras mais conhecidas e apreciadas do mundo. Verne nunca viajou muito, fez apenas algumas curtas viagens no seu iate Saint-Michel, uma viagem de navio aos Estados Unidos e rápidas visitas à Inglaterra, à Escócia e a outras localidades. Contudo percorreu o mundo nos seus livros, da África ao do Pólo Norte, do centro da terra ao espaço sideral.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Era uma vez...

Na sociedade moderna em que vivemos, repleta de variadíssimos meios de comunicação, qual o lugar da literatura de expressão oral na infância? Qual a importância destes contos no desenvolvimento da criança e na vida do jovem?
A procura de algum significado para a vida trata-se de um processo pessoal e subjectivo que se inicia bastante cedo. Independentemente das inúmeras opções que cada indivíduo possa tomar, existem temas que a todos pertencem.
Os contos tradicionais são exemplo de uma herança cultural colectiva, focalizada nas vivências humanas. Mediante uma linguagem própria, recorrendo ao «maravilhoso», grandes emoções são experimentadas nestas histórias, onde estão simbolizados conflitos humanos universais. Nomeadamente conflitos comuns no pensamento da criança, como as rivalidades, a rejeição, a luta pela independência.
É comum num conto de fadas ser exposto um dilema de forma concisa e directa, o que permite à criança enfrentar o problema na sua forma mais essencial. Um enredo mais complexo poderia ser-lhe confuso. O conto atribui aos medos da criança, muitas vezes confusos e mal delimitados, uma representação precisa. Dá-lhes um nome e sugere uma maneira de lidar com eles.
O bem e o mal estão presentes, mas ao serem representados simbolicamente (em personagens do maravilhoso) e afastados temporalmente (“Era uma vez…”; “Há muito, muito tempo…”), permitem que a criança encontre significados que lhe serão úteis, sem se traçar uma linha directa com as suas vivências reais.
A literatura de expressão oral incita à criação de um palco imaginário, onde é possível integrar significados, encorajando ainda o acto criativo. Uma das personalidades que mais amplamente se debruçou sobre esta área foi o psicanalista vienense Bruno Bettelheim, autor do livro Psicanálise dos Contos de Fadas. Segundo este, a cada conto corresponde um sector da evolução interior do indivíduo, utilizando alguns exemplos populares: em João e Maria, a luta relutante pela independência dos pais (o medo da separação); em Capuchinho Vermelho, a exposição prematura a experiências para as quais ainda não se está preparado (primeiros desvios às orientações dos pais); em Branca de Neve, o conflito/rivalidade entre filho e figura parental (simbolizado no conto pela madrasta), em A Bela e o Monstro, a temática antiga do amor existente entre progenitor e filho, do qual nascerá mais tarde um amor diferente, que o fará unir-se à pessoa amada.
O bom herói é largamente escolhido como figura de identificação, por se afigurar extremamente agradável à criança, em todas as suas lutas. O modo como o protagonista, frequentemente o mais pequeno, ou o mais novo, se desenvencilha dos obstáculos deparados, confere um sentimento de esperança na criança de que também ela, vencerá as suas piores ameaças. De acordo com o referido autor, quanto mais simples e directa é uma personagem, mais rapidamente a criança se identifica a ela e rejeita a má.
O “final feliz” que alguns adultos consideram irreal e falso, parece ser uma óptima contribuição que estes contos fornecem às crianças, encorajando-as a lutar por valores amadurecidos e a construir um sentimento positivo em relação à vida.
Cada vez há evidências maiores no sentido dos sistemas de crenças terem um efeito profundo sobre o funcionamento psicológico, trazendo esperança e significado, os quais poderão ser determinantes na superação das dificuldades com que nos possamos deparar.
“E viveram felizes para sempre…”
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
A Importância da Leitura

Ler é essencial. Através da leitura, testamos os nossos próprios valores e experiências com as dos outros. No final de cada livro ficamos enriquecidos com novas experiências, novas ideias, novas pessoas. Eventualmente, ficaremos a conhecer melhor o mundo e um pouco melhor de nós próprios.
Ler é estimulante. Tal como as pessoas, os livros podem ser intrigantes, melancólicos, assustadores, e por vezes, complicados. Os livros partilham sentimentos e pensamentos, feitios e interesses. Os livros colocam-nos em outros tempos, outros lugares, outras culturas. Os livros colocam-nos em situações e dilemas que nós nunca poderíamos imaginar que encontrássemos. Os livros ajudam-nos a sonhar, fazem-nos pensar.
Nada desenvolve mais a capacidade verbal que a leitura de livros. Na escola aprendemos gramática e vocabulário. Contudo, essa aprendizagem nada é comparada com o que se pode absorver de forma natural e sem custo através da leitura regular de livros.
Alguns livros são simplesmente melhores que outros. Alguns autores vêem com mais profundidade o interior de personagens estranhas, e descrevem o que eles vêem e sentem de uma forma mais real e efectiva. As suas obras podem exigir mais dos leitores: consciência das coisas implicadas em vez de meramente descritas, sensibilidade às nuances da linguagem, paciência com situações ambíguas e personagens complicadas, vontade de pensar mais profundamente sobre determinados assuntos. Mas esse esforço vale a pena, pois estes autores podem proporcionar-nos aventuras que ficam na nossa memória para toda a vida.
Relativamente aos escritores em si, é difícil muitas vezes começar a ler livros de um novo escritor, o que nos leva a desistir ao fim de poucas páginas.É essencial perseverar. A maioria da boa escrita é multi-facetada e complexa. É precisamente essa diversidade e complexidade que faz da literatura uma actividade recompensatória e estimulante.
Muitas vezes um livro tem que ser lido mais de uma vez e com abordagens diferentes. Estas abordagens podem incluir: uma primeira leitura superficial e relaxada para ficar com as principais ideias e narrativa; uma leitura mais lenta e detalhada, focando as nuances do texto, concentrando-nos no que nos parece ser as passagens chave; e ler o texto de forma aleatória, andando para trás e para a frente através do texto para examinar características particulares tais como temas, narrativa, e caracterização dos personagens.
Ler é estimulante. Tal como as pessoas, os livros podem ser intrigantes, melancólicos, assustadores, e por vezes, complicados. Os livros partilham sentimentos e pensamentos, feitios e interesses. Os livros colocam-nos em outros tempos, outros lugares, outras culturas. Os livros colocam-nos em situações e dilemas que nós nunca poderíamos imaginar que encontrássemos. Os livros ajudam-nos a sonhar, fazem-nos pensar.
Nada desenvolve mais a capacidade verbal que a leitura de livros. Na escola aprendemos gramática e vocabulário. Contudo, essa aprendizagem nada é comparada com o que se pode absorver de forma natural e sem custo através da leitura regular de livros.
Alguns livros são simplesmente melhores que outros. Alguns autores vêem com mais profundidade o interior de personagens estranhas, e descrevem o que eles vêem e sentem de uma forma mais real e efectiva. As suas obras podem exigir mais dos leitores: consciência das coisas implicadas em vez de meramente descritas, sensibilidade às nuances da linguagem, paciência com situações ambíguas e personagens complicadas, vontade de pensar mais profundamente sobre determinados assuntos. Mas esse esforço vale a pena, pois estes autores podem proporcionar-nos aventuras que ficam na nossa memória para toda a vida.
Relativamente aos escritores em si, é difícil muitas vezes começar a ler livros de um novo escritor, o que nos leva a desistir ao fim de poucas páginas.É essencial perseverar. A maioria da boa escrita é multi-facetada e complexa. É precisamente essa diversidade e complexidade que faz da literatura uma actividade recompensatória e estimulante.
Muitas vezes um livro tem que ser lido mais de uma vez e com abordagens diferentes. Estas abordagens podem incluir: uma primeira leitura superficial e relaxada para ficar com as principais ideias e narrativa; uma leitura mais lenta e detalhada, focando as nuances do texto, concentrando-nos no que nos parece ser as passagens chave; e ler o texto de forma aleatória, andando para trás e para a frente através do texto para examinar características particulares tais como temas, narrativa, e caracterização dos personagens.
Todo o leitor tem a sua abordagem individual mas o melhor método, sem dúvida, de extrair o máximo de um livro é lê-lo várias vezes.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Novo acordo ortográfico da LP nas escolas, já em setembro

O novo Acordo Ortográfico vai ser aplicado nas escolas já no próximo ano lectivo de 2011/2012, ou seja, em Setembro do próximo ano, decidiu hoje, dia 26 de Janeiro, o Governo em Conselho de Ministros.
O anúncio foi feito pelo ministro da Presidência no final da reunião. A resolução do Conselho de Ministros determina também que três meses mais tarde, ou seja, a partir de 1 de Janeiro de 2012, as novas regras ortográficas serão também aplicadas a toda a actividade do Governo e dos organismos, entidades e serviços que dele dependem.
Mas até lá, e já a partir do próximo dia 1 de Janeiro, serão lançadas campanhas de sensibilização e informação para os cidadãos e outras específicas para os funcionários públicos, com o objectivo de esclarecer as implicações do novo Acordo Ortográfico.
Além disso, a resolução do Conselho de Ministros aprovada hoje adopta o novo Vocabulário Ortográfico do Português derivado do acordo, e o conversor Lince como ferramenta de conversão ortográfica de texto para a nova grafia. Ambos estão acessíveis gratuitamente em www.portaldalinguaportuguesa.org, assim como em todas as páginas dos ministérios na internet.
O Acordo Ortográfico, que será adoptado pelos oito Estados da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, foi aprovado pelo Parlamento português em 2008. Entrou em vigor em Janeiro deste ano, mas foi definido um período transitório de seis anos para a sua adaptação e aplicação progressiva.
A adopção do acordo, defende o Governo, " visa contribuir para a expansão e afirmação da língua portuguesa, através da consolidação do seu papel como meio de comunicação e difusão do conhecimento, como suporte de discurso científico, como expressão literária, cultural e artística e, ainda, para o estreitamento dos laços culturais".
in Público Online
Concurso de Leitura Expressiva - Histórias de Encantar
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Cartas de Amor

A partir do início do mês de Fevereiro, estarão disponíveis, na Biblioteca Escolar, até ao dia 11 (6.ª feira), duas caixas para recolha de Cartas de Amor, relativas à comemoração do dia de S. Valentim. Uma destina-se a cartas escritas em língua inglesa e outra a cartas redigidas em língua portuguesa.
Como tal, terás de falar com as tuas professoras dessas disciplinas, a fim de te inteirares da estrutura da Carta e das regras da actividade. A professora bibliotecária estará igualmente disponível para te ajudar e esclarecer nesse sentido.
14 de Fevereiro Dia de S. Valentim

Entre nós, o Dia dos Namorados celebra o amor, a paixão entre amantes e a partilha de sentimentos. Todos os anos, no dia 14 de Fevereiro, ocorre a azáfama da troca de chocolates, envio de postais e de oferta de flores. Muitos casais planeiam jantares românticos, noites especiais e fazem planos para surpreender e agradar à sua «cara-metade». Há também quem escolha este dia para se declarar à pessoa amada e também quem avance com pedidos de casamento, embebido pelo espírito do dia.
O Dia dos Namorados é celebrado naquele que, até 1969, era o Dia de São Valentim. No entanto a Igreja Católica decidiu não celebrar os santos cujas origens não são claras. Isto porque até nós chegaram relatos de pelo menos dois Valentim, santos martirizados, directamente relacionados com o dia 14 de Fevereiro.
As raízes deste dia remontam à Roma Antiga e à Lupercália, festa em homenagem a Juno, deusa associada à fertilidade e ao casamento. O festival consistia numa lotaria, onde os rapazes tiravam à sorte de uma caixa, o nome da rapariga que viria a ser a sua companheira durante a duração das festividades, normalmente um mês. A celebração decorreu durante cerca de 800 anos, em Fevereiro, até que em 496 d.c., o Papa Gelásio I decidiu instituir o dia 14 como o dia de São Valentim, para que a a celebração cristã absorvesse o paganismo da data.
A dúvida persiste no entanto, em saber a qual dos santos se refere este dia. Muitos acreditam tratar-se de um padre que desafiou as ordens do imperador romano Claudio II. A lenda diz que o imperador proibiu os casamentos, com o argumento de que os rapazes solteiros e sem laços familiares eram melhores soldados. Valentim terá ignorado as ordens e continuado a fazer casamentos em segredo a jovens que o procuravam. Segundo a lenda, Valentim foi preso e executado no dia 14 de Fevereiro, por volta do ano 270 d.c.
Outra lenda diz que um outro padre católico se recusou a converter à religião de Claudio II, e este mandou prendê-lo. Na prisão, Valentim apaixonou-se pela filha do carcereiro que o visitava regularmente, a quem terá deixado um bilhete assinando: «Do teu valentim» (em inglês, «from your Valentine»), antes da sua execução, também em meados do século III..
Nesta lenda, a conotação do dia e do amor que ele representa não se relaciona tanto com a paixão, mas mais com o «amor cristão» uma vez que ele foi executado e feito mártir pela sua recusa em rejeitar a sua religião.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Estatística - Formação e Apoio para alunos

O ALEA - Acção Local Estatística Aplicada - constitui-se no âmbito da Educação, da Sociedade da Informação, da Informação Estatística, da Formação para a Cidadania e da Literacia Estatística como um contributo para a elaboração e disponibilização de instrumentos de apoio ao ensino da Estatística para os alunos e professores do Ensino Básico e Secundário, tendo como principal suporte um sítio na web.
Melhorar a literacia estatística é, assim, uma condição importante para, por um lado, garantir uma melhor prestação de um serviço de utilidade pública e, por outro lado, fomentar ambientes e experiências de aprendizagem diversificados recorrendo às novas tecnologias de informação.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
William Shakespeare - reflexões

Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendes que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começas a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. Acabas por aceitar as derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprendes a construir todas as tuas estradas de hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de algum tempo aprendes que o sol queima se te expuseres a ele por muito tempo. Aprendes que não importa o quanto tu te importas, simplesmente porque algumas pessoas não se importam... E aceitas que apesar da bondade que reside numa pessoa, ela poderá ferir-te de vez em quando e precisas perdoá-la por isso. Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos para se construir a confiança e apenas segundos para destrui-la, e que poderás fazer coisas das quais te arrependerás para o resto da vida. Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que tens na vida, mas quem tens na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprendes que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebes que o teu melhor amigo e tu podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobres que as pessoas com quem tu mais te importas são tiradas da tua vida muito depressa, por isso devemos sempre despedir-nos das pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprendes que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começas a aprender que não te deves comparar com os outros, mas com o melhor que podes ser.
Descobres que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se quer ser, e que o tempo é curto. Aprendes que, ou controlas os teus actos ou eles te controlarão e que ser flexível nem sempre significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, existem sempre os dois lados.
Aprendes que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer enfrentando as consequências. Aprendes que paciência requer muita prática. Descobres que algumas vezes a pessoa que esperas que te empurre, quando cais, é uma das poucas que te ajuda a levantar. Aprendes que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que tiveste e o que aprendeste com elas do que com quantos aniversários já comemoraste. Aprendes que há mais dos teus pais em ti do que supunhas. Aprendes que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são disparates, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprendes que quando estás com raiva tens o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobres que só porque alguém não te ama da forma que desejas, não significa que esse alguém não te ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo. Aprendes que com a mesma severidade com que julgas poderás ser em algum momento condenado. Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára para que tu o consertes.
Aprendes que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperares que alguém te traga flores. E aprendes que realmente podes suportar mais... que és realmente forte, e que podes ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que tu tens valor diante da vida! As nossas dádivas são traidoras e fazem-nos perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.
William Shakespeare
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Convite à Leitura na Biblioteca Escolar
Enquanto a Biblioteca da tua Escola se encontra em gestão e organização do seu espaço e das actividades a serem desenvolvidas, ao longo do ano lectivo, todas as turmas do 7.º ano visitaram a BE a fim de conhecerem o espaço, os seus recursos e as suas valências, de modo a fazerem dela uso em benefício da sua vida escolar.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
21.setembro.2010 Equinócio de Outono
domingo, 19 de setembro de 2010
1.º aniversário Casa das Histórias Paula Rego (18 setembro)
Paula Rego
Paula Figueiroa Rego nasceu em 1935 em Lisboa. As memórias mais marcantes são da casa dos avós paternos, onde costumava ficar sempre que os progenitores estavam em Inglaterra. Ali, os gansos, patos, pintos e galinhas ajudavam-na a passar o tempo. Além disto, desenhava muito. À medida que o fazia, as histórias cresciam dentro de si, vindo a sugerir novas narrativas como as que hoje se constroem a partir dos seus quadros. “A obra de Paula Rego é muito pessoal, são coisas com que ela brincava quando era pequenina”, diz Maria José Palla, fotógrafa e professora universitária.
A pintura sempre lhe serviu para expressar emoções: medo, injustiça, inveja ou terror. Oriunda de uma família da alta burguesia, frequenta a St. Julian’s School, no Estoril. Ao reconhecerem o seu talento para a pintura, os professores incentivam-na a prosseguir. Não se avizinhava coisa fácil. Em Portugal, era uma carreira que estava destinada a homens ou a jovens de sociedade, enquanto breve devaneio diletante, antes de se tornarem esposas e mães.
Em 1954 Paula Rego parte para Londres, onde frequenta a Slade School of Art. O fim dos estudos determina outro futuro. Paula Rego conhece o pintor inglês Victor Willing, com quem casa, e aprende a fazer “arte de adulto”, como chama à pintura de cavalete. Opta por viver em Inglaterra, embora exponha regularmente em Portugal.
E o que lhe apetece é contar histórias em pintura.

Subscrever:
Mensagens (Atom)












